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domingo, 17 de julho de 2016
quinta-feira, 2 de junho de 2016
DESPEDIDA
Três é um número mágico, pleno de conhecimento, de
amizade de ralhetes. Nada é perfeito e aspetos há que precisam de ser superados
para que possamos, no presente e no futuro,enlaçarmo-nos, com tudo o que foi
construído nestes três anos. Guardo, com saudade e agradecimento, momentos muito
bonitos de uma viagem que nos fará evoluir a todos,e reconstruirmo-nos, como uma
catedral renovada, sem limos, mas onde caberão todos os nossos sonhos.
Quanto a mim estarei, aqui, no sítio do costume, para
o que precisarem. Beijinhos.sábado, 23 de abril de 2016
Resumo da materia de 7º ano e 8º ano para a prova global
A
Democracia nasceu em Atenas com Clístenes e Péricles.
A
Democracia “… procura satisfazer o maior número de pessoas e não apenas uma
minoria; “ no tocante às leis, todos são iguais.”
Neste
regime participam todos os cidadãos com privilégios iguais entre si.
Ficam
de parte, os metecos, as mulheres e os escravos.
As
leis são discutidas na Eclésica ou assembleia do povo. Os cidadãos são
escolhidos para os cargos políticos por sorteio ou eleição.
Em Atenas, Clístenes e Péricles, no séc V a.
C., promoveram a participação de todos os cidadãos na vida da pólis.
O governo democrático de Péricles foi de tal
forma marcante que o século em que viveu, o quinto a. C., se denomina de “Século de Péricles”.
Todos os cidadãos podiam participar nos orgãos
políticos da pólis – Democracia Directa.
Na colina da Pnix, três ou quatro vezes por
mês, era hasteada a bandeira a convocar os cidadãos para a Assembleia.
Na colina do Areópago funcionava o Tribunal
que decidia da pena de morte.
Eram cidadãos os indivíduos de sexo masculino,
maiores de 18 anos, filho de pai e mãe ateniense. Tinham o direito e o dever de
participar no governo da polis. Só eles podiam possuir propriedades, não
estando sujeitas a impostos. Tinham o dever de cumprir o serviço militar e participação na discussão e aprovação das leis, nos órgãos próprios.
Que
limitações tinha a democracia ateniense?
As mulheres não podiam participar na vida
política. Cabia-lhes educar os filhos e gerir a casa.
Viviam na dependência de pais e maridos.
Permaneciam, grande parte do tempo, na parte feminina da casa – o Gineceu.
Os Metecos eram os estrangeiros residentes em
Atenas. Não podiam participar na vida da sua cidade. Dedicavam-se ao comércio e
ao artesanato, chegando a acumular grandes fortunas. Tinham o dever de cumprir
o serviço militar e de pagar impostos.
Os escravos não tinham nenhuns direitos.
Quem tentasse tomar o poder da pólis, era votado ao ostracismo (exílio)
Tal como outros, o filósofo Sócrates acusado
de corromper, a juventude foi condenado à morte.
Atenas tentou dominar outras cidades e fundou
a Liga de Delos, ou seja, foi imperialista.
1. Através da leitura e análise do
documento: “Discurso de Péricles” caracteriza a democracia ateniense.
“O nosso […] regime é democracia, porque
procura satisfazer o maior número de pessoas e não apenas uma minoria. As
nossas leis concedem os mesmos direitos a todos os cidadãos […] Só o valor de
cada cidadão conta para a atribuição de distinções e de honras. […] A pobreza
não impede que um cidadão capaz desempenhe cargos públicos na polis. […] Somos
tolerantes, mas mantemo-nos fiéis aos magistrados e às leis.”
Discurso de Péricles, in Tucídides, História
da Guerra do Peloponeso
2. A partir da consulta do manual, completa o seguinte
quadro:
3. Texto síntese
Apesar de Clístenes e
__________ terem posto em prática um regime ___________, não era
perfeito. A democracia ateniense estabeleceu a igualdade entre os homens
livres. Atenas ________ o direito de cidadania aos __________ estabelecidos
no seu território. Aos olhos dos _________ nenhuma sociedade podia
dispensar os _________, considerados por alguns seres inferiores. A
fim de consagrar as suas forças e inteligência à cidade, os _________
deviam estar aliviados das ocupações domésticas e dos trabalhos manuais; as
__________ deveriam viver no __________ e dedicar a sua inteligência à
gestão da casa e à educação dos filhos e não poderiam participar na vida
política. Havia, ainda, _______ à liberdade de expressão, o que levou alguns
cidadãos ao__________ ou à condenação ________. Atenas serviu-se, também da
Liga de Delos para impor a sua supremacia sobre os seus aliados, foi _________.
A democracia Ateniense tinha órgãos onde
os cidadãos participavam diretamente, como é o caso da _____________ e outros
onde participavam através dos seus representantes, como no caso de órgãos como
_________; _____________ e ___________. Neste regime havia um órgão
que fazia as leis ______; um órgão que as aprovava, depois de
grande discussão ; Os magistrados tinham o poder executivo e os tribunais o
________.
Neste sentido a Democracia representou na
verdade o exemplo da Grécia, já que, nessa altura, por exemplo, a cidade estado
de Esparta punha em prática uma __________ militar.
CORREÇÃO
1. A Democracia ateniense “procura
satisfazer o maior número de pessoas e não apenas uma minoria; “ no tocante às
leis, todos são iguais; Não é o facto de pertencer a uma classe, mas o
mérito, que dá acesso aos postos mais honrosos”; “a pobreza não é razão para
que alguém, sendo capaz de prestar serviços à cidade, seja impedido de
fazê-lo.”
2. Texto síntese
Apesar de Clístenes e Péricles terem posto
em prática um regime democrático, não era perfeito. A democracia ateniense
estabeleceu a igualdade entre os homens livres. Atenas concedeu o direito de
cidadania aos cidadãos estabelecidos no seu território. Aos olhos dos
atenienses nenhuma sociedade podia dispensar os escravos, considerados por
alguns, seres inferiores. A fim de consagrar as suas forças e inteligência à
cidade, os cidadãos deviam estar aliviados das ocupações domésticas e dos
trabalhos manuais; as mulheres deveriam viver no Gineceu e dedicar a sua
inteligência à gestão da casa e à educação dos filhos e não poderiam participar
na vida política. Havia, ainda, limitações à liberdade de expressão, o que
levou alguns cidadãos ao ostracismo ou à condenação à morte. Atenas serviu-se,
também da Liga de Delos para impor a sua supremacia sobre os seus aliados, foi
o imperialismo.
8º ano
Que princípios defendia o Iluminismo?
OS
IDEAIS ILUMINISTAS DIFUNDIRAM-SE ATRAVÉS DE:
-
Clubes; cafés; salões; academias; jornais; livros (como a enciclopédia) e ainda
por ação da Maçonaria.
O
iluminismo - corrente de pensamento que defendia o homem iluminado pela razão
atingiria a Felicidade e o Progresso.
Defendia
os seguintes princípios:
Os
ideais iluministas difundiram-se através de:
Correção
Defendia
os seguintes princípios: Crença no valor da razão; ideia do
progresso; o direito à felicidade; espírito de tolerância; a soberania popular
e a divisão dos poderes.
Os
ideais iluministas difundiram-se através de: Clubes, cafés, salões, academias, jornais, livros (como a enciclopédia)
e ainda por ação da maçonaria.
Filósofos
iluministas: Condorcet; Rousseau;
Voltaire; Montesquieu; Diderot e
d´Alembert.
Os
iluministas lutavam contra desigualdade social, a intolerância, a ignorância
(falta de instrução) do povo.
Tal
como as ideias defendidas pelo iluminismo, também hoje, as Nações Unidas
defendem a igualdade, a instrução e o progresso universal, para o bem-estar das
populações. Os iluministas defendem o princípio da Soberania popular e da
divisão dos poderes.
1ª Guerra Mundial
As
rivalidades entre as grandes potência
industriais levam-nas à África e à Ásia. Na África, a sua concorrência torna
urgente a realização de uma conferência que dite as regras de ocupação: é a
conferência de Berlim que define o princípio de ocupação efetiva. Também nas
Balcãs; na Alsácia Lorena e na Ásia surgem pontos de tensão que levam à
formação dos blocos: Tríplice Entente (Grã- Bretanha; França; Rússia)
Tríplice
Aliança (Alemanha; Áustria- Hungria; Itália) que fazem uma corrida aos
armamentos. No entanto, é o Assassinato do herdeiro do Império Austro-Húngaro,
Francisco Fernando, em Sarajevo, no dia 28 de Junho de 1914 que dá o pontapé de
saída para o início da Guerra.
Portugal
entrou na Primeira Guerra Mundial, para defender as suas colónias africanas,
garantindo a sua posse, para obter o reconhecimento do regime republicano ao
lado dos Aliados, como o CEP, Corpo Expedicionário Português que, embora mal equipado, lutou
bravamente. Releva-se a Batalha de La Lys, na Flandres. A 9 de abril de 1918.
A
primeira guerra desenvolveu-se em 3
fases:
Guerra de movimentos de
avanços rápidos - 1914
Guerra das Trincheiras
– Cada exército procurava defender as suas posições e impedir o avanço do
adversário, permanecendo numa extensa rede de abrigos e valas no solo. As
condições de vida nas trincheiras eram muito penosas para os soldados.
Guerra
de movimentos, 1918 - as ofensivas
finais.
A 1ª REPÚBLICA
No
final do século XX, o descontentamento social perante a Monarquia era visível
nas frequentes manifestações e greves, muitas delas lideradas pelo partido
republicano e socialista; a balança comercial mostrava um saldo negativo; a indústria
portuguesa estava atrasada em relação aos países europeus; a maioria da
população ativa dedicava-se à agricultura também atrasada; o operariado e as
classes médias viram as suas condições de vida agravarem-se com o aumento de
impostos, aspirando, assim, à mudança do regime.
Com
a instauração da República, a igreja ficou descontente com a instituição do
estado Laico, que separava a Igreja do Estado, expropriava os bens das Ordens
Religiosas, até ali com grande influência na sociedade portuguesa, nacionalizando-os.
A
primeira República conseguiu resultados positivos, essencialmente, a nível da
educação e da cultura já que conseguiu reduzir a elevada percentagem de
analfabetismo (69,6% da população, em 1911). Para tal criou o ensino primário
obrigatório e gratuito (dos 7 aos 10 anos), abrindo muitas escolas. Fundou as Universidades
de Lisboa e Porto e reorganizou-se a Universidade de Coimbra. Abriram-se ainda cursos
técnicos, museus, bibliotecas e universidades populares.
PRINCÍPIOS
DOS FASCISMOS
O
Fascismo e Nazismo obedecem a determinados princípios tais como:
Militarismo
– Posse de grandes quantidades de armamento que lhe permitam dominar outras
regiões e formar um Império
Imperialismo
– necessidade de construir um Império e ter um espaço vital para os seus
habitantes. Há uma dominação política, económica e cultural de um Estado sobre
os outros Estados.
Culto do Chefe - o chefe de cada nação possui todos
os poderes, exigindo obediência total. Totalitarismo
- O Estado controla toda a vida económica, política, social e cultural. “ Tudo
dentro do estado, nada fora do estado”.
Nacionalismo - exalta a Nação, as suas
personalidades e os momentos históricos mais gloriosos.
Corporativismo
- Os patrões e assalariados unem-se em corporações da mesma atividade económica,
sob controlo do estado. Para impor a sua autoridade, serviram-se de uma polícia
política que perseguia os suspeitos e os prendia em campos de concentração ou
eliminava-os.
Racismo
ou Antissemitismo - O Nazismo considera a raça ariana superior e os judeus,
ciganos e outros, inferiores, pelo que devem ser exterminados.
O
ESTADO NOVO CONSEGUIU PERPETUAR O SEU REGIME
O
Estado Novo foi instituído, em Portugal com a Constituição de 1933 e que
concentrava grande parte dos poderes no Presidente do Conselho de Ministros.
Catequização
da juventude, através do livro único e Mocidade Portuguesa; criação da Legião
Portuguesa para prolongar os ideais aprendidos na mocidade de defesa do chefe e
do Império; defesa do colonialismo; autorização, apenas, de um partido único
(União Nacional) bem como instituição da Censura e perseguição aos opositores
políticos com a criação da Polícia política (PIDE) capaz de prender, torturar e
levar os opositores para o campo de concentração do Tarrafal em Cabo Verde.
Quando
em 1968, Salazar foi vítima de um acidente, foi substituído por Marcelo Caetano
que inaugurou a Primavera Marcelista, um governo que pretendia ser mais aberto
e inovador, mas quase só muda os nomes às organizações pré existentes e matem
os ministros de Salazar. Cria na União Nacional, uma ala liberal.
2ª
GUERRA MUNDIAL
A
Guerra começa a desenhar-se quando o partido Nazi eleva o número de adeptos e
leva Hitler ao cargo de Chanceler da Alemanha, concentrando todos os poderes. A
Alemanha sai da SDN e inicia a desobediência ao Tratado de Versalhes, com a remilitarização
da Renânia, a invasão da Áustria e dos Sudetas. Esta situação leva os Aliados a
assinarem o Pacto de Munique que pretendia travar a política expansionista
nazi, mas conceder-lhe os territórios conquistados até ali. No entanto, Hitler,
desobedece e invade a Checoslováquia e não pára perante nenhuma advertência,
invadindo a Polónia, protegida pela França e Inglaterra. Inicia-se, então a 2ª
Guerra mundial.
Inicialmente
o plano é baseado numa guerra rápida que leva à ocupação de quase toda a
Europa.
-
O período de 1939 a 1941 foi marcado por vitórias do Eixo, lideradas pelas
forças armadas da Alemanha, que conquistou o Norte da França, Jugoslávia, Polónia,
Ucrânia, Noruega e territórios no norte da África. O Japão anexou a Manchúria,
enquanto a Itália conquistava a Albânia e territórios da Líbia.
- Em 1941 o Japão ataca a base militar
norte-americana de Pearl Harbor no Oceano Pacífico (Havaí). Após este fato,
considerado uma traição pelos norte-americanos, os estados Unidos entraram no
conflito ao lado das forças aliadas.
- De 1941 a 1945 ocorreram as derrotas do
Eixo, iniciadas com as perdas sofridas pelos alemães no rigoroso inverno russo.
Neste período, ocorre uma regressão das forças do Eixo que sofrem derrotas
seguidas. Com a entrada dos EUA, os aliados ganharam força nas frentes de
batalhas.
Os desembarques da Normandia foram operações
durante a invasão da Normandia pelos aliados, também conhecida como Operação
Overlord e Operação Netuno, durante a Segunda Guerra Mundial. No dia 6 de junho
de 1944 (chamado de Dia D), cerca de 100 mil soldados, com o apoio de 6 mil
navios e 5 mil aviões, desembarcaram na costa da Normandia, França, abrindo uma
nova frente de guerra no oeste. A operação foi a maior invasão anfíbia de todos
os tempos, com o desembarque de mais de 160 000 tropas. Soldados e material
foram transportados a partir do Reino Unido por aviões carregados de tropas e
navios, desembarques de assalto, suporte aéreo, interdição naval do canal da
Mancha e fogo naval e de apoio.
O
conflito terminou em1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último
país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados
Unidos, que atirou bombas atómicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki.
Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses
inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.
Com o fim da guerra, a Alemanha foi
desmilitarizada e dividida em quatro zonas de ocupação.
Os
prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram
milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais
arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma
ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazis mandaram para campos de
concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.
Com o final do conflito, em 1945, foi criada a
ONU ( Organização das Nações Unidas ), cujo objetivo principal seria a
manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como
Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União
Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o
socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de
influência sem entrar em conflitos armados.
MOVIMENTO
DE RESISTÊNCIA
A
Resistência foi um movimento inicialmente formado por franceses, sob o apelo do
General Francês De Gaulle, que não aceitavam a submissão do Estado Francês ao
poder nazi, e que se encontravam desiludidos com Pétain e com a política
colaboracionista. Os seus meios de luta foram a propaganda, atos sabotagem nas
fábricas, nos depósitos e nas comunicações úteis para o inimigo. Ajudaram na
libertação de toda a Europa ocidental.
REVOLUÇÃO DO 25 DE ABRIL
-
Descontentamento com a Guerra Colonial que ceifava vidas constantemente e não
tinha em conta o sacrifício dos militares portugueses nessa guerra, já
praticamente, perdida na Guiné, em 1973. Desgaste de todos os intervenientes,
(13 anos) e elevado número de mortos e estropiados de guerra,
-
A recusa à independência das colónias africanas
-
Insatisfação popular devido ao regime autoritário e repressivo salazarista;
-
A PIDE que perseguia, prendia, torturava, os que se opunham ao regime;
-
A falta de liberdade de expressão (censura)
-
Derrube do governo de Marcello Caetano pelo movimento das Forças Armadas
PRINCÍPIOS
DO 25 DE ABRIL
Formulou
os 3Ds
-DESCOLONIZAR
- Pôs fim à guerra colonial
-DEMOCRATIZAR
- Estabeleceu um regime democrático que estabeleceu as liberdades fundamentais.
Libertou
os presos políticos
Estabeleceu
um regime parlamentar
-DESENVOLVER
- Estabeleceu princípios de desenvolvimento.
domingo, 25 de outubro de 2015
As Revoluções liberais; A industrialização e os movimentos culturais no século XIX- resumo para o teste
Resumos de história
As
Revoluções liberais; A industrialização e os movimentos culturais no século
XIX.
Texto elaborado pela Mariana Oliveira do 9º B, corrigido e ampliado por mim.
As
revoluções liberais puseram fim ao Absolutismo que defendia que os poderes
deviam estar concentrados na pessoa do rei. O Liberalismo acredita na soberania
popular, na liberdade e igualdade e pensa que os poderes devm estar divididos:
legislativo entregue ao Parlamento ou Cortes; executivo entregue ao rei ou
presidente e judicial entregue aos tribunais. Neste regime deixa de existir as
Ordens sociais: Clero e Nobreza, ordens privilegiadas e povo e passam a existir
sociedades de classes: Burguesia, Classe Média e Povo (formado pelos operários,
camponeses e mendigos).
1.1 No
séc. XVII verificaram-se importantes alterações na agricultura de algumas
regiões do norte da Europa (ex. Holanda e Inglaterra).
Os campos até então eram comuns a toda a
população. Poucos campos eram cercados.
A partir do séc. XVII os campos que até
então não estavam cercados foram distribuídos pela nobreza e pela burguesia e
foram cercados de sebes, as enclosures que foram semeadas de pastagens para o
gado ovino: carneiros.
Formaram-se então grandes propriedades
agrícolas a sul e sudoeste do país, onde se introduziram novas culturas,
melhoramentos técnicos (como o afolhamento quadrienal) e maquinaria (semeador
mecânico).
Muitos camponeses que levavam os seus
gados a pastar nos campos comuns, agora privados deles, migraram para a cidade,
onde engrossaram a mão de obra disponível.
1.2 Todas
estas alterações levaram ao aumento da produtividade e à melhoria das condições
de alimentação da população.
1.3 A população
inglesa aumentou devido a vários fatores tais como: melhoria da alimentação
(devido as inovações na agricultura), melhoria das condições de habitação
(casas de tijolo e de telha em vez de madeira e do colmo), da higiene (uso do
sabão), diminuição da mortalidade infantil (descoberta da vacina contra a
varíola).
1.4 Os fatores
essênciais ao arranque da industrialização em meados do sec.XVII foram os
progressos agrícolas que forneceram lã para alimentar a indústria têxtil; os amplos mercados controlados pelos ingleses
no ultramar, os recursos naturais em carvão de hulha e ferro, a abundância de
capitais e de mão-de-obra ( vinda dos campos para a cidade) as condições
politicas e sociais favoráveis à livre iniciativa e liberdade da concorrência e
ainda as condições naturais favoráveis ao escoamento dos produtos, canais,
rios, portos e o facto da Inglaterra ser uma ilha.
1.5 A Inglaterra
dispunha de boas condições naturais que facilitava o transporte.
Mas para alem das boas condições
naturais, a Inglaterra introduziu grandes melhorias nas vias de comunicação: na
construção de estradas e na construção de canais.
2.1
Ao longo do antigo regime, a indústria, deu-se pela passagem da etapa do
artesanato e da manufactura (todo o trabalho era feito a mão) até meados do
sec.XVII quando se deu a maquinofatura (o principal papel na produção passou a pertencer
às máquinas).
2.2
A industrialização iniciou-se nos sectores têxtil (lanifícios e algodoeiro) e
metalúrgico.
Entre os grandes progressos técnicos,
destaca-se a máquina a vapor (1769), cuja energia foi aplicada no
desenvolvimento de outras máquinas.
A utilização de máquinas levou a um
aumento da produção de tecidos e de objetos de ferro e a melhores condições nas
minas ( ex: máquinas de enxugar a água das minas)
2.3
Com a mecanização da produção o número de trabalhadores diminuiu, o que causou
as “revoltas luditas”, nos finais
do sec.XVII que consistiram em grupos de
operários destruírem as máquinas e instalações em protesto contra o desemprego,
de forma desorganização. Uma destas revoltas foi dirigida por John Ludd,
Luditas.
3.1 Em resultado do desenvolvimento industrial, a
paisagem de Inglaterra alterou-se (passou da a existir a Inglaterra verde e a
Inglaterra negra, cheia de poluição das indústrias) .
Nas
primeiras décadas a industrialização já tinha provocado graves problemas
ambientais como a poluição do ar e das águas do rio.
3.2
os trabalhadores que viviam nos centros mineiros e industrias, enfrentavam
difíceis condições de vida.
O
horário de trabalho era longo e muitas vezes sem descanso ao domingo.
As
instalações não tinham condições de higiene nem de segurança.
Os
operários alimentavam-se mal e moravam em habitações insalubres e pouco
arejadas.
A
população por falta de condições estavam sujeitas a muitas doenças como a
tuberculose.
As
dificuldades económicas dos operários provocavam também sérios problemas sociais.
1.1 Entre
1830 e 1870, desenvolveu-se a “ idade do caminho-de-ferro” iniciada em
Inglaterra e depois continuada por outros países industrializados do mundo.
A revolução dos transportes implicou um grande
desenvolvimento da indústria metalúrgica e o predomínio da maquinofatura sobre
a manufatura.
Para alem da revolução dos transportes, esta 2
fase da revolução industrial caracterizou-se por:
·
Grande desenvolvimento do sector metalúrgico
·
O número de ofícios mecânicos tornou-se maior
que os ofícios manuais
1.2 A expansão
dos caminhos-de-ferro e o crescimento do tráfego marítimo impulsionaram a
economia, levando à formação de amplos mercados nacionais e aceleraram as
trocas intercontinentais; a rapidez de transporte dos produtos e a
possibilidade dos produtos chegarem frescos a lugares longínquos acelerou as
trocas.
1.3 Cerca
de 1870, iniciou-se a “idade da eletricidade e do petróleo”, também conhecida
por 2ª revolução industrial: novas fontes de energia (eletricidade e petróleo),
novas maquinas (turbinas, dínamo motor de explosão), novas indústrias
(siderurgia, química, material elétrico).
1.4 . No
final do século XIX, além da Inglaterra, potências como a Alemanha, a França e
a Bélgica que tinham feito a sua revolução industrial cresciam apoiadas nos
seus impérios coloniais que forneciam matérias primas, mão de obra baratas e
mercados certos. Os E.U. A. Emergiam industrialmente apoiados na descoberta de petróleo,
nesse continente. O Japão apoiava-se também na política imperialista.
1.5 O
desenvolvimento da revolução industrial foi impulsionado por uma nova doutrina-
o liberalismo económico (livre iniciativa e não - intervenção do estado na
economia das nações)
1.6 Capitalismo
comercial: 1º fase da industrialização
Capitalismo industria e
financeiro l: 2ª e 3ª fase da
industrialização
è
O capitalismo financeiro é um sistema económico
que apresenta como característica principal a subordinação dos meios de
produção para a acumulação de dinheiro e obtenção de lucros ao mercado
financeiro.
2.1 No
séc. XIX, os avanços da ciência e da técnica fizeram melhorar a qualidade de
vida das populações.
2.2 Entre
outros progressos destacaram-se os ocorridos na medicina e na física e as
inovações nos equipamentos domésticos, nas comunicações e nos espaços públicos
das cidades.
2.3. O
desenvolvimento da indústria e das cidades levou ao surgimento da arquitetura
do ferro: estações de caminho de ferro, mercados, pontes e outras obras ou
estruturas metálicas.
2.4 romantismo:
(liberdade e natureza)
à exaltação de sentimento
è
Valorização da natureza
è Defesa
dos valores nacionais e da História, sobretudo da Idade Média como génese das
nações e dos valores da liberdade ( Revoluções Liberais)
Realismo:
(crítica a sociedade)
è
Objetividade
è Realidade
social
Impressionismo:
(arranque da arte moderna)
è Procura
transmitir a impressão do olhar sobre a realidade isto é o movimento, a cor e a
luz, através de manchas, pintas ou cor contrastante ou quente.
1.1 Ao
longo do sec. XIX a população europeia registou um forte aumento devido à
melhoria da alimentação e aos progressos da medicina, entre outros aspetos.
1.2 As
cidades industrializadas atraíram as populações rurais (êxodo rural) o que
levou à criação de redes de abastecimento de água, de esgotos, de transportes
urbanos.
Em
simultâneo com o crescimento urbano, deu-se um grande surto de emigração em
especial para as Américas.
2.1. A
burguesia defende a livre iniciativa, o direito à propriedade e cultivo valores
próprios.
É
constituída por diferentes estratos sociais – a alta burguesia e as chamadas
classes médias (média e pequena burguesia).
2.2. O
número de membros das classes medias cresceu ao longo do seculo XIX: os seus
membros dominavam em geral a cultura, dedicavam-se às profissões liberais:
advogados; médicos; professores e
serviços. Orientavam a classe operária do ponto de vista filosófico.
3.1. A
vida dos operários era dura (horários de trabalho longo, mal pagos, desemprego
elevado, alimentação insuficiente e habitação sem condições).
3.2 Os
abusos do capitalismo liberal (exploração
dos trabalhadores) levam à
criação do movimento operário que cria sindicatos que lutam pela melhoria das
condições de vida e trabalho dos operários com recurso a greves e manifestações
e à criação de partidos operários que lutam pela obtenção do direito de voto.
Em
relação à miséria do proletário e à sua exploração pela burguesia, surgiram
propostas socialistas que acredita que o trabalho deve contribuir para o bem-
estar de todos e não de uma minoria. Este divide-se em:
- Socialismo
Utópico que pretendia a mudança da sociedade através de reformas e é defendido
por: Robert Owen; Saint-Simon; Fourier e Proudhon.
-
Socialismo Científico que pretendia que os trabalhadores conscientes da sua
classe devem empreender uma luta contra a burguesia com o objectivo de derrubar
o capitalismo e instituir a sociedade sem classes. É Defendido por Karl Marx e
F. Engels dois filósofos alemães autores da obra “Manifesto Comunista”.
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