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segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Arte século XX - ficha de trabalho

 

1.    Arte do século XX

2.1. Faz corresponder cada um dos textos a cada uma das pinturas, escrevendo a letra  capaz de corresponder ao número correcto, na folha de respostas.




c   1 .                                                                                                     A.

“À imobilidade sonhadora e ao êxito, nós queremos opor o movimento agressivo e a insónia febril. Nós declaramos que o esplendor do mundo se enriqueceu com uma nova beleza: a beleza da velocidade”.

 








c2.

 

                           

B

 

 

“..... o automatismo psíquico puro pelo qual se propõe exprimir, seja verbalmente, seja por escrito, seja por outro modo, o funcionamento real do pensamento. “

 

 


c  3. 

 

                          C.



 

 

“O que eu busco acima de tudo é a expressão. A expressão está em toda a disposição do meu quadro...”

 

 


 

 

                      

 

 D


.


 

terça-feira, 15 de novembro de 2022

1ª Guerra Mundial - organograma

Para te preparares para o teste, estuda o teu manual (p. 10 a 37), faz as fichas que lá se encontram e revê o organograma que fizeste na aula, do qual tens aqui a sua correção, assim como um resumo sobre 
o essencial da matéria.

Bom trabalho!












 


1ª Guerra Mundial - antecedentes- desenrolar e consequências


Apogeu e declínio da influência europeia
Relacão do imperialismo do século XIX com os processos de industrialização

A. Europa no sec. XIX é a  fábrica do Mundo, a grande comerciante  e banqueira do Mundo.
As grandes potências  industriais  pretendem o domínio colonial e imperial para assegurar a sua hegemonia mundial.

Imperialismo- Sistema politico em que uma grande nação domina social e politicamente vastas regiões independentes.

Colonialismo- Forma de domínio económico, politico e social que o país colonizador exerce sobre as colónias.

Os países industrializados procuram:
- matérias primas; mão de obra e  mercados.

Dá-se, então, a partilha de África resultado da:
- Revolução industrial
- Vaga imperialista
- Viagens de exploração a África
- Conflitos na Europa
- Conferencia de Berlim (1884/85)
- Princípio da ocupação efetiva
Nesta partilha, as grandes potências, Inglaterra; França; Alemanha, saíram beneficiadas. O domínio colonial e imperial é fundamental para as grandes potências conseguirem: matérias primas baratas, ampliar os mercados para escoar os seus produtos e obter mão de obra barata, para que poderem continuar a ampliar os seus capitais e rendimentos.

A rivalidade económica e colonial entre as grandes potências industriais agudiza-se com as tensões nacionalistas.

As rivalidades económicas que conduziram ao imperialismo e colonialismo fez aumentar os nacionalismos dos países dominantes mas também dos dominados.
Nacionalismos  (exaltação da nação) - desenvolvimento deste através da propaganda (pangermanismo – expansão do povo alemão através da conquista de um espaço vital, defendendo a superioridade do povo alemão e pan-eslavismo – defesa por parte do I. Russo da reunião de todos os povos eslavos .
A península balcânica destaca-se também pelas pequenas nacionalidades que se querem libertar do domínio da Áustria. (Sérvia; Bósnia, Montenegro)
O império Austro-Húngaro queria ter acesso ao mar mediterrâneo, anexando a Sérvia.
O império Russo tinha o mesmo objetivo, bem como afinidades com os povos eslavos, considerando-se sua protetora e prestando apoio aos Búlgaros, Sérvios e Bósnios.
A França quer recuperar a Alsácia Lorena perdida na Guerra Franco Prussiana, no final do século XIX.
Este facto leva à política de alianças:
Forma-se a: Tríplice Aliança, mais tarde,  Potência Centrais: Áustria/Hungria + Itália + Alemanha; Tríplice Entente Cordiale mais tarde Aliados: França + Inglaterra + Rússia.

Antecedentes da 1ª Guerra Mundial
Rivalidades económicas colonialistas e imperialistas agudizam o clima de tensão que levou à paz armada e à corrida ao armamento com a emergência de uma Politica de alianças – Tríplice Aliança, mais tarde denominados Aliados: Áustria/Hungria + Itália + Alemanha; Tríplice Entente Cordiale, mais tarde, Potências Centrais: França + Inglaterra + Rússia
A 28 de junho de 1914, Francisco Fernando (herdeiro do trono do império Austro-húngaro) é assassinado, na Bósnia, por um estudante sérvio, o que deu início à 1ª guerra mundial.
Quando se dá este facto, a Áustria Hungria exige o desmantelamento do movimento separatista em 24 horas. Na impossibilidade disso, o império austro-húngaro declara guerra à Servia, o que aciona o sistema de alianças. De seguida,  a França e a Inglaterra que protegiam a Bósnia e a Sérvia declaram guerra à  Áustria –Hungria. A seguir entra a Alemanha, sua aliada e o conflito generaliza-se.


Participação de Portugal na 1.ª Grande Guerra.
Portugal entrou na Primeira Guerra Mundial, para defender as suas colónias africanas, garantindo a sua posse, para obter o reconhecimento do regime republicano. Portugal decide-se pelo bloco dos Aliados, já que tinham uma ideologia mais próxima do regime republicano, lado dos Aliados. O CEP, Corpo Expedicionário Português vai para a França e Flandres, depois de um pequeno treino, mal equipado mas lutou bravamente. Releva-se a Batalha de La Lys, na Flandres, a 9 de abril de 1918.
A intervenção de Portugal na guerra garantiu a sua participação na Conferência de paz, a continuação da posse das colónias portuguesas. Por outro lado,  as dificuldades económico-financeiras agravaram-se o que aumentou o descontentamento do povo.


Fases da Guerra




Guerra de movimento: momento inicial do conflito. Pretendia, segundo o plano Schliffen implementar uma guerra relâmpago, capaz de chegar rápido à França, o que foi inviabilizado pelo pesado material bélico que se entrerrava facilmente na lama.
Guerra de Trincheiras: consistiu na construção de valas (trincheiras) para atacar o inimigo. Foi iniciada pelos alemães em solo francês. Os Aliados também construíram as suas trincheiras defensivas.



Frentes de Batalha




Frente Ocidental: Do mar do norte ao mar mediterrâneo
Frente Oriental: do mar Báltico ao Mar Negro
Frente Balcânica: Nas balcâs, entre o Mar Adriático e Egeu.


Batalhas
A grande maioria das batalhas travadas durante a Primeira Guerra Mundial ocorreu nas trincheiras.



 O uso das novas tecnologias bélicas teve papel fundamental no desenvolvimento do conflito, como uso de tanques de guerra,  aviões bombardeiros ou a guerra química, com gás tóxico.







Os homens lutavam na guerra enquanto as mulheres na indústria bélica, ou na retaguarda, como enfermeiras.




Pós 1ª Guerra Mundial
A Conferência de Paz realizada em Paris fez vários tratados entre os quais, o de Versalhes que humilhou a Alemanha, já que  viu o território da Renânia ocupado por forças Aliadas: ficou com o território dividido pelo corredor de Dantzig; teve que pagar pesadas indemnizações; ficou sem as suas colónias; viu as suas forças militares drasticamente reduzidas.

Alterações do mapa político no pós-guerra.
                                         Mundo em 1913


Mundo depois da 1ª Guerra Mundial


A nível político os Impérios são desagregados: Império Alemão torna-se na República da Alemanha; Império Austro-Húngaro desagrega-se em Áustria e Hungria; o Império Russo torna-se em URSS e perde, pelo tratado de Brest-Litovvk, o território da Finlândia, Estónia, Letónia e Lituânia e parte do território para a Polónia; surgem novos países: Checoslováquia; Jugoslávia; Polónia à custa da Alemanha, URSS, I. Austro-Húngaro.

Enquanto  se dá a queda da produção agrícola e industrial na Europa, o desemprego aumenta provocando o descontentamento social.





Entre 1922 e 1929, o rendimento médio anual por habitante nos EUA passa de 634 para 716 dólares, valor que a França, a Alemanha e o Reino Unido só conseguiram atingir em 1966.

Novo sistema de produção nos E.U.A
O Taylorismo foi concebido pelo  engenheiro Americano Frederick W. Taylor. Segundo ele cada trabalhador deveria desenvolver uma atividade específica no sistema produtivo da indústria (especialização do trabalho), sendo monitorizado segundo o tempo de produção.  Os trabalhadores mais rápidos seriam premiados.
Adotando a teoria de Taylor, Henry Ford, proprietário de uma indústria automóvel, implementou a  linha de montagem para reduzir ao máximo os custos de produção e embaratecer o produto final que seria vendido ao maior número possível de consumidores. Desta forma, neste sistema de produção, um tapete rolante conduzia as peças e cada operário executava uma pequena tarefa. Desta forma, os operários não precisavam de sair do seu local de trabalho, resultando numa maior velocidade de produção. Também não era necessária  mão-de-obra com muitos conhecimentos. pois cada trabalhador executava apenas uma tarefa simples dentro do processo de produção. (trabalho em cadeia) O produto final deveria ser estandartizada, ou seja era feito em série ( sempre igual)
Incentivou-se, assim,  a produção em massa, que fez baixar o preço dos produtos e aumentar o consumo.




                                           Linha de montagem de automóveis

SDN

No decorrer da Confereência de paz, os E.U.A (Abril, 1919) W. Wilson propôs a crição da Sociedade das Nações, para:

- garantir a paz
- garantir a proteção das minorias nacionais
- organizar o desarmmameento
-oromover a cooperação económica, financeira e cultural entre as nações.


Fracasso

-Os E.U.A , apesar de proponentes nunca chegaram a integrar a SDN, por oposição do Congresso.

- As conferências sobre o desaramaneto (1926-1931) não conseguriram chegar a resultados positivos.

- Na década de 1939, uma série de conflitos locais pôs a paz em sério risco.

 . Em 1932, o Japão invadiu a Manchúria

. Em 1935/36, Mussolini inavade a Abissínia

. Entre 1936/39 ocorre a Guerra Civil espanhola.

. A 1 de set de 1939, inicia-se a 2º Guerra Mundial.





Curiosidade:

As trincheiras surgiram em setembro de 1914, quando os alemães, que haviam invadido a França, foram barrados perto de Paris. Decididos a não retroceder  e a não ceder nenhum território conquistado,  iniciaram a construção das valas ao longo de toda a frente de combate. Os  Aliados, vendo os alemães fortificarem-se, também cavaram os seus próprios abrigos. Em poucos meses, as linhas de trincheiras estenderam-se da suíça até o litoral norte da França, por mais de 600 quilômetros.” (Vicentino & Dorigo, 2013, pg. 42)

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

11.11.às 11 horas- as flores que homenageam

A 11.11. às 11 horas assinala-se o  104 ano do Armistício da 1ª Guerra Mundial, pelo que vamos decorar a escola com flores em honra da paz.


Esta sinalização com papoilas é um costume anglofono, também usado em outros países.















A sinalização com flores de mirtilo é uma tradição francesa. Celebra não só o fim da 1ª guerra, a 11.de novembro de 1918, mas também da 2ª guerra mundial, na Europa, a 8 de maio de 1945

As flores que homenageam os soldados da 1ª guerra mundial.







Podes executar em tecido ou papel.


Tutorial:

https://www.youtube.com/watch?v=0SbjUmXQkUs




sábado, 17 de setembro de 2022

Boas-vindas 2022-23

Sejam bem vindos à vossa/nossa escola!

 




 Vamos empreender juntos a caminhada da curiosidade de aprender, do desafio de pensar,  de realizar projetos de mãos dadas, para que no final, possamos desfrutar do mesmo contentamento da aprendizagem conseguida e da satisfação de sermos melhores seres humanos!

É verdade que nos espera um caminho nem sempre fácil, mas, vamos pôr em prática este pensamento tão lindo:

      - Eu quero

      - Eu posso

      - Eu consigo

 Claro que consegues e eu quero estar junto te ti para estender a passadeira vermelha, no final do 9º ano.

 Quando tiveres alguma dúvida, não te acanhes, ninguém é super- homem ou super-mulher, pede auxílio!

Também àqueles que vão adorar pesquisar guerras, ditaduras, sofrimento humano. Mãos à obra! Que o estudo sirva para formar uma consciência mais pacífica no futuro, que está nas vossas mãos construir.

Abraço.



Sumário:

Boas-Vindas.

Discussão dos Critérios de avaliação

Material necessário à disciplina

Recuperação dos conteúdos do 8º ano: A Industrialização e o movimento operário



quinta-feira, 18 de agosto de 2022

terça-feira, 2 de junho de 2020

O Mundo da guerra fria


Aula Síncrona – O mundo da guerra fria

A nova ordem mundial do pós-guerra

Porque acabou a supremacia europeia no mundo?

Feed back – As consequências da 2ª Guerra Mundial

A política de blocos e a Guerra Fria
Manual pp. 136 a 143

Motivação:

Video : https://www.youtube.com/watch?v=LwLswRLg_qA – Dr. Fantástico (Dr. Strangelove) trailer legendado pt br

A política de Blocos e a Guerra Fria. – Escola Virtual

P.P -   A política de blocos e a Guerra Fria

Exercícios: Tarefa final  e os da Escola Virtual

Conclusão:

Depois da 2ª Guerra mundial definem-se dois blocos de influência mundial: O bloco ocidental liderado pelos E.U.A e o bloco oriental liderado pela U.R.S.S. O Primeiro de cariz capitalista tenta evitar o avanço do imperialismo soviético, liderado pelo bloco oriental. Como os blocos têm noção da sua força destruidora, estruturam organismos militares capazes de defenderem cada um e travar o avanço do outro. A Nato liga-se ao bloco ocidental e tenta travar o imperialismo soviético enquanto o Pacto de Varsóvia zela pela defesa militar dos países satélites da U.R.S.S. além da cooperação económica.
De entre os acontecimentos de tensão vividos por este período de política de blocos em que cada um deles, se arma de forma a inspirar terror no outro, podemos destacar, os acontecimentos:

A construção de um muro em Berlim para evitar a fuga dos berlinenses orientais para ocidente

A Invasão da Coreia do Sul pro americana pela Coreia do Norte pro chinesa e soviética

A Invasão do Vietname do sul pelo Vietname do norte apoiado pela China e URSS

A Questão dos Mísseis de Cuba.

Guerra Civil entre a UNITA E O MPLA em Angola

A invasão do Afeganistão pelas tropas soviéticas, para combater os rebeldes apoiados pelos russos.

Após a morte de Estaline, (1953) o seu sucessor Nikita Krustchev, propôs o princípio da Coexistência Pacífica e foi várias vezes aos E.U.A. havendo um certo desanuviamento nas relações de agressividade entre os blocos. No entanto, nenhum deles desistiu das suas tentativas de influência territorial e política. A rivalidade é visível, na espionagem, na concorrência do desporto e  nas viagens espaciais. Neste aspeto, Apolo18 e Soyuz 19 encontraram-se no espaço, num celebrado momento de coexistência pacífica.


Síntese:







segunda-feira, 18 de maio de 2020

3ª e 4ª aula síncrona e assíncrona -Holocausto e resistência

 Holocausto e resistência

Feed back - 2ª Guerra Mundial

Questão Problema:



Holocausto e Resistência

Motivação.

https://www.youtube.com/watch?v=n2yS97CEBiw    - Diário de Anne Franck

PP – Holocausto e resistência


Conclusão:


O que é o Holocausto ?
 
Prática de Genocídio dos judeus que dizimou mais de cinco milhões de pessoas entre as quais um milhão de crianças.
    




 Qual o papel da Resistência

Movimento clandestino que resiste ao Nazis, nas zonas ocupadas. Também chamado “Exércitos das sombras”.

Os resistentes franceses, gregos, jugoslavos, polacos e russos lutavam de forma clandestina, contra os Nazis, ajudando os Aliados na preparação de operações militares, distribuindo panfletos e jornais, através da espionagem e de sabotagens.



                                                   Resistência




                                                                     































Hino da Resistência francesa

(Chant des partisans)


Amigo, ouves

As asas negras dos corvos
Nos nossos campos?
Amigo, ouves
Os gritos surdos do país
Que acorrentam?

Ei, companheiros
Operários e camponeses
Soou o alarme!
Esta noite o inimigo
Conhecerá o preço do sangue
 E as lágrimas!

Subi das minas
Descei das colinas
Camaradas.
Tirai da palha
As espingardas, as munições
As granadas.

Ei, matadores
A bala ou à faca
Matai depressa!
Ei, sabotador
Atenção à tua carga
 Dinamite!

Somos nós que partimos
Os ferros das prisões
Para os nossos irmãos!
O ódio nos persegue
E a fome nos empurra
A miséria…

Há países
Onde homens nas suas camas
Vivem sonhos…
Aqui, nós, vê
Pisam-nos e matam-nos
Esmagam-nos


Exercício:

Insere a Resistência no contexto histórico do Nazismo.

Como é que o Nazismo conseguiu impor-se a toda a Europa?

Qual o papel desempenhado pela Resistência na libertação da Europa do Nazismo?




Bibliografia:
A Resistência – Os exércitos da sombra - texto e ilustração de Pierre Dupuis, Lisboa, 1975, Círculo de Leitores.
Hino de Resistência Francesa